Módulo Restaurante

Do salão à cozinha, do delivery ao cupom fiscal, e o custo real de cada prato, de cada praça e de cada centavo que entra no cartão.

Salão e comandasKDS na cozinhaCardápio por QR DeliveryFicha técnica e CMVCotação e pedido de compra AlmoxarifadoCentro de custoValidade e lote FinanceiroConciliação de cartão12 relatóriosNFC-e
Por que existe

O restaurante não perde dinheiro na venda. Perde no que ninguém mede.

Comanda de papel, estoque de caderno, preço no chute, material saindo do almoxarifado sem dono e o cartão que entra trinta dias depois, menos a taxa. O prejuízo só aparece no fim do mês.

A comanda some

Item não cobrado, cozinha lendo errado, e o que voltou da mesa ninguém registra.

O estoque não fecha

Ninguém sabe quanta carne saiu com os 40 hambúrgueres. A contagem não bate e a culpa vira suspeita.

O preço envelhece

O prato foi precificado há dois anos. O insumo subiu 30% e a margem virou prejuízo em silêncio.

O perecível vence

Na câmara fria, sem data e sem alarme. A perda só aparece na hora de jogar fora.

O gasto não tem dono

A conta de gás vira "despesa". Ninguém sabe quanto foi da cozinha e quanto foi do bar.

O cartão engana

O dono comemora o bruto do dia e recebe o líquido em trinta dias, com a taxa descontada.

Salão

O salão inteiro numa tela

Quem está ocupado, há quanto tempo, quanto já consumiu, e onde tem prato pronto esperando para sair.

Mapa de mesas do salão
Mesa azul está ocupada; verde tem pedido pronto na janela.
Comanda aberta
A comanda com os itens, o status de cada um e o fechamento sempre à vista.

Uma conta por mesa

O sistema impede duas comandas abertas na mesma mesa, é o que evita lançar no cliente errado.

Conta dividida sem conta de padeiro

O valor a receber já vem preenchido e se recarrega a cada pagamento lançado.

Balança do por quilo

O cliente pesa, a balança imprime a etiqueta e o caixa só lê o código, sem pesar de novo.

Cozinha

A tela que fica pendurada na cozinha

Letra grande, alvo grande, um toque muda o status. Fila da cozinha separada da fila do bar.

KDS da cozinha
Verde até 10 min, âmbar até 20, vermelho depois, o semáforo que o cozinheiro lê correndo.

Observação em destaque

"Sem cebola" aparece em vermelho. Observação ignorada é prato devolvido.

Comanda impressa também

Impressora térmica na cozinha e no bar, uma via por praça, quem prefere papel continua com papel.

Aviso sonoro

O bipe é o que faz a cozinha olhar para a tela quando o pedido entra.

Cardápio digital

O cliente pede pelo QR da mesa

Sem aplicativo, sem cadastro, sem comissão de marketplace. O mesmo cardápio atende o delivery.

Cardápio no celular
QR na mesa
Delivery
Link de delivery e retirada

O QR é da MESA

O pedido cai direto na comanda daquela mesa. O código não expõe dado interno e pode ser trocado.

O garçom continua no comando

O pedido do cliente entra como "aguardando liberação", o garçom confere antes de ir para a cozinha.

Preço nunca vem do celular

O aparelho manda item e quantidade; o valor é lido do sistema. É o que impede pedido adulterado.

Ficha técnica

Quanto custa, de verdade, cada prato

É o que transforma "vendi 40 hambúrgueres" em 40 pães, 7,2 kg de carne e 1,6 kg de bacon, e dá a margem real.

Ficha técnica com custo e margem

Fator de correção

100 g de alface comprada viram 82 g limpas. Quem ignora a perda subestima o consumo.

Margem na hora

Custo contra preço, item a item, com alerta quando a margem cai.

O custo vem da nota

Não é digitado: sai do preço real da última compra do fornecedor.

Compras · novo

A compra começa no pedido, não na nota

Sem pedido, a mercadoria chega e ninguém sabe se aquilo foi pedido, quem aprovou, nem se o preço é o combinado. Agora a casa cota, aprova, compra e confere na mesma linha.

1

Cotação

A mesma lista vai para vários fornecedores e cada um responde o seu preço, item a item.

2

Comparativo

Preços lado a lado com o menor destacado. Quem marca o vencedor é você: prazo e qualidade não estão na tabela.

3

Pedido

Fechar a cotação gera um pedido por fornecedor vencedor. Dá para comprar o arroz de um e o feijão de outro.

4

Aprovação

Rascunho, em aprovação, aprovado, enviado, recebido. Cada passo grava quem fez e quando.

5

A nota tem contra o que conferir

Quando a mercadoria chega, preço e quantidade batem contra o pedido, não contra a memória.

Preço por item, não por fornecedor

Um preço só por fornecedor obrigaria a fechar tudo com o mesmo, e ninguém compra assim.

Depósito e centro de custo já no pedido

Chegam prontos na conferência da nota. Ninguém precisa lembrar depois para onde aquilo ia.

Rascunho apaga, pedido cancela

O que ainda não andou se exclui. O que já foi aprovado ou enviado é cancelado, porque o histórico tem que sobrar.

Dá para pedir antes de cadastrar

O item do pedido aceita um produto do cadastro ou uma descrição livre. O pedido nasce antes de o cadastro existir, e travar nisso só faz alguém cadastrar produto errado para conseguir comprar.

Estoque

A nota do fornecedor vira estoque e custo

Sem digitar item por item: o arquivo da nota que a Receita já entregou é lido, conferido e aplicado. O que não tem nota eletrônica (feira, açougue, produtor) entra pelo lançamento manual.

1

A nota chega sozinha

De duas em duas horas o sistema busca as notas de compra emitidas contra o seu CNPJ. Ou você envia o arquivo.

2

Você confere e aprova

Nada entra no estoque sem você mandar. Aprova o que é compra de verdade e recusa o resto.

3

Você amarra o item

Liga o produto do fornecedor ao seu insumo e diz quantas unidades vêm na caixa. O que ainda não existe no cadastro entra com um clique.

4

O custo é calculado

Frete e despesas rateados, tributos não recuperáveis somados.

5

Estoque e CMV atualizam

Saldo sobe, custo médio recalcula, margem dos pratos acompanha.

Controle de estoque
Todo movimento tem autor, motivo e data, é assim que se descobre para onde foram 4 kg de carne.

Item que ainda não existe

"Cadastrar agora" abre com os dados da nota já preenchidos e avisa quando já existe um produto parecido. Cadastro duplicado é o que faz o saldo nunca fechar.

Nem tudo na nota é estoque

Item a item você diz o destino: entra no saldo, é só despesa, ou fica de fora. Detergente e o gás da cozinha não seguem o mesmo caminho da carne.

A mesma nota vira a conta a pagar

Primeiro o estoque, depois o financeiro, com as parcelas e os vencimentos que vieram na própria nota. À vista já entra baixada.

Caixa com 12 não é uma unidade

Quilo, grama e litro o sistema converte sozinho. Embalagem ele só sugere, lendo a descrição da nota, e deixa o número em branco até você responder, porque CX pode vir com 6, 12 ou 24. Preencher 1 por omissão é o erro que multiplica o custo do insumo por doze em silêncio, e derruba a margem de todo prato que usa ele.

Nem toda nota emitida contra você é sua

Fornecedor erra o CNPJ, fatura a mesma entrega duas vezes, ou cancela a nota depois que você já lançou. Por isso a conferência existe: o sistema avisa quando desconfia de nota repetida e quando o fornecedor cancela uma nota que você já recebeu. Se você não reconhece a compra, marca como recusada e ela não entra no seu estoque nem no seu financeiro.

Bonificação não derruba o seu custo

Mercadoria bonificada entra em quantidade, mas não recalcula o custo médio. Se entrasse a custo zero, a margem pareceria ótima no mês da bonificação, e o CMV "explodiria" no mês seguinte, sem motivo.

Almoxarifado

Material com dono: requisição, centro de custo e depósito

Saldo único esconde furo. O que está fechado no almoxarifado não é o mesmo que está aberto na cozinha, e o que sai precisa de um pedido, de quem liberou e de um centro de custo.

Requisições de material
A cozinha pede, alguém aprova, o almoxarifado atende, e a baixa entra no centro de custo de quem consumiu.
Centros de custo com orçamento
Cada praça com orçamento mensal e barra de consumo: verde, âmbar, vermelho.

Requisição de material

Transforma "sumiu do almoxarifado" em processo, com solicitante, aprovador e o que saiu de fato.

Transferência entre depósitos

Sai de um lado e entra no outro no mesmo lançamento, não existe meia-transferência.

Orçamento por praça

Previsto contra realizado. Sem régua, o gasto aparece mas não significa nada.

Validade e lote

O desperdício que dá para evitar antes de acontecer

Perecível vence na câmara fria em silêncio. Aqui o lote tem data, a lista ordena pelo que vence primeiro, e o vencido é bloqueado para não ser consumido por engano.

Controle de validade e lotes
Semáforo por faixa e o valor parado em cada uma, quanto dinheiro está prestes a virar lixo.

A validade entra sozinha na maioria das compras

Boa parte do que chega da distribuidora e do açougue já vem com validade e lote no próprio código de barras da caixa ou da etiqueta. Bipou, entrou: data e lote preenchidos, sem digitação. Quando o código do produto não carrega essa informação, a data é informada uma vez na entrada.

Financeiro

Faturamento não é dinheiro

Contas a pagar com rateio por centro de custo, contas a receber, e a previsão de quanto o cartão realmente vai creditar, e quando.

Financeiro do restaurante
Cartões a receber com taxa e prazo
Cada venda no cartão vira uma previsão: bruto, taxa, líquido e data de crédito.

Rateio por centro de custo

A conta de energia divide entre cozinha, bar e salão. Sem isso, "despesa" não responde nada.

Taxa por bandeira e modalidade

Débito, crédito e parcelado têm taxa e prazo diferentes. O sistema usa o seu contrato.

Conciliação com divergência

Quando o adquirente credita valor diferente do previsto, a diferença fica registrada.

Relatórios e BI

Doze relatórios, cada um com os seus filtros

Gestor decide com papel na mão. Todos saem impressos no mesmo padrão da marca, com cabeçalho, período, hora de emissão e totais.

RDS · Resumo DiárioA folha da manhã: como foi o dia anterior.
Vendas do períodoReceita, ticket, canal e movimento por hora.
FinanceiroA pagar, a receber e posição de caixa.
Cartões a receberBruto, taxa, líquido e data de crédito.
Cardápio e margemPreço, custo da ficha e margem por item.
Curva ABCO que sustenta a casa e o que só ocupa o menu.
Produtividade por garçomContas, valor, ticket e permanência.
Inventário de estoqueA folha da contagem, com coluna em branco.
Desperdício e perdasPor motivo, centro de custo e % da receita.
VencimentosO que vence e quanto está parado nisso.
Centro de custoConsumo e despesa por praça, contra o orçamento.
RequisiçõesQuem pediu, quem liberou, o que saiu.
Central de relatórios
RDS impresso
O RDS impresso. Todos os relatórios saem no mesmo padrão, prontos para arquivar.
Fiscal e rastreabilidade

A conta fecha em cupom, caixa e estoque no mesmo clique

Gorjeta não é faturamento

A taxa de serviço entra no dinheiro da gaveta, mas em lançamento próprio, nunca como venda. Contabilizar como receita infla o faturamento; deixar de fora faz o caixa acusar sobra todo dia.

O sistema não inventa tributo

Taxa de serviço, couvert e entrega só entram no cupom apontando para um produto cadastrado, com o NCM, o CFOP e o CST que o seu contador definiu.

Insumo não vira nota

Insumo tem CFOP de compra. O sistema bloqueia a venda dele, é o erro que mais rejeita cupom na implantação.

Tudo rastreável

Cancelamento de item, cortesia, desconto, perda, mesa liberada sem consumo e requisição ficam registrados com autor, motivo e horário.

Pronto para a Reforma Tributária. O cadastro de produto já tem os campos da nova nota, que passam a sair no cupom quando a obrigatoriedade chegar. Nada para refazer depois.

Números reais

Trinta dias de uma casa de demonstração

Calculados pelas mesmas regras da operação, não são números de vitrine.

ReceitaR$ 37.550192 contas fechadas
Ticket médioR$ 195,58por conta
CMV22,8%custo da mercadoria vendida
PerdasR$ 175com motivo registrado

O número que ninguém mostra

Nas 129 vendas em cartão do período, R$ 683,59 ficaram com o adquirente: e o restante só entra na conta trinta dias depois. É essa diferença entre faturar e receber que o financeiro do módulo põe na tela todo dia.

Tudo que vem junto

As facilidades do dia a dia

Coisas pequenas que decidem se o sistema é usado no sábado lotado.

›Mapa por áreas: salão, varanda, deck
›Mesas em lote: 1 a 40 de uma vez
›Transferência de mesa sem refazer a conta
›Liberar mesa aberta por engano
›Cortesia: não cobra, mas baixa o estoque
›Divisão por pessoa no fechamento
›Couvert por pessoa automático
›Desconto rateado item a item no cupom
›Duas praças: cozinha e bar, filas separadas
›Voltar etapa no KDS quando erra o toque
›Etiqueta de balança do restaurante por quilo
›Bipar a caixa traz validade e lote
›Primeiro a vencer, primeiro a sair
›Contagem de inventário: lança só a diferença
›Ponto de pedido: avisa antes de acabar
›Perda com motivo padronizado
›De-para do fornecedor: amarra uma vez só
›Cotação com resposta item a item
›Pedido de compra com aprovação registrada
›Cadastrar o insumo direto da nota
›Destino por item: estoque, despesa ou fora
›Conversão de embalagem: caixa com 12 vira 12
›Memória de cálculo do custo, para auditar
›Custo médio ou última compra
›Entrada manual para compra sem nota eletrônica
›Controle de caixa com sangria e suprimento
›Quadro do delivery por etapa
›WhatsApp do cliente a um toque
›Pedido mínimo e frete grátis por faixa
›Item esgotado some do cardápio sem sair do cadastro
›Cupom sem valor fiscal para quem ainda não emite
A seguir

O que vem depois

Com ficha técnica, CMV, validade e histórico de venda por hora, o sistema tem o que precisa para avisar antes, e não relatar depois.

Em desenvolvimento, ainda não disponível. "Sua margem no burger caiu 9% porque a carne subiu na última nota." · "Sexta você vende 40% mais; a picanha não chega no sábado." · "Três lotes vencem em cinco dias, R$ 340 parados." São alertas que nascem do dado que o módulo já coleta hoje.

Apps de delivery, em homologação. O pedido do iFood cai como uma comanda comum, aparece no salão, na cozinha e no fechamento, e o item do app se liga ao seu insumo para baixar estoque. Já roda ponta a ponta em ambiente de teste; a liberação depende da homologação no portal do parceiro. 99Food, Keeta, Rappi e aiqfome vêm na sequência.